© 2016. Orgulhosamente criado por SELO CRIATIVO

Ligue:

+55 13 3467 4723

Endereço: 

Rua Osvaldo Eduardo 138, São Vicente/SP

CNPJ

02.360.954/0001-30

Grupo Percussivo Afrocalunga 

A trajetória do Grupo Percussivo Afro-Calunga nasce do desejo do Instituto Camará Calunga de fazer valer a voz de crianças e adolescentes nas ruas, nas manifestações do bloco carnavalesco EURECA -Eu Reconheço o Estatuto da Criança e do Adolescente. 

 

O Bloco Carnavalesco Eureca (Eu Reconheço o Estatuto da Criança e do Adolescente) é um movimento artístico-político de promoção e luta pelos direitos humanos de crianças e adolescentes. Reconhecido como a maior mobilização permanente pelos direitos da criança e do adolescente no Brasil, o bloco sai às ruas há 25 anos na cidade de São Bernardo do Campo e há 13 anos na cidade de São Vicente, litoral de São Paulo.

 

Assim, desde então, o caminho foi sendo construído para que hoje o grupo seja composto por crianças e jovens que se apropriam de diferentes expressões percussivas populares para reinventá-las a partir de suas identidades calungas. Em sua configuração atual, ele trabalha as manifestações do coco, afoxés, maracatu, samba-reggae, samba, entre outros, bem como seus referenciais na história brasileira.

 

Marcos da Experiência:

- 2016 participação na Conferência Nacional de Direitos Humanos – Brasília/DF. Participação nos desfiles do Bloco Eureca em São Bernardo do Campo, Sapopemba, São Vicente e Santos;

- 2017 o coletivo se lança no aprofundamento de sua experiência e nas escritas de projetos em editais nacionais;

- 2018 em parceria com o grupo de dança Coisa de Preta, cria o espetáculo Afro Calunga de cultura popular brasileira apresentado em algumas cidades da Baixada Santista- SP e em Buenos Aires – Argentina;

- 2019 o grupo promove e participa de intercâmbios culturais na Baixada Santista e eventos relacionado a Cultura popular brasileira.

Os encontros acontecem na E.M.E.F Professor José Meirelles no territórios do Quarentenário- SV  aos Sábados das 9hrs ás 12hrs. As técnicas  apresentadas são: agogô, surdo, bacurinha, repinique, caixa, tamborim, ganzá, timbal e atabaque. Além das técnicas percussivas, o grupo também constrói momentos de estudo e formação a partir das manifestações de cultura popular, trazendo suas histórias, contexto cultural e religioso e a importância para o povo negro e sua resistência histórica.

fotos: Maria Lisboa, Catarina Bertholini e arquivo Camará.